domingo, 26 de março de 2017

Prof. MAURÍCIO - Sociologia - 3ºANO Ensino Médio A e B - Março 2017

Olá alunos dos 3ºs, A e B, segue resumo e atividades de sociologia.


COLÉGIO PASCHOAL DANTAS

PROF. MAURÍCIO – SOCIOLOGIA          3º ANO ENSINO MÉDIO              1º BIMESTRE             2017

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Política, Ética e Corrupção

Entenda como funciona a estrutura do Estado brasileiro.

O Brasil é uma República Federativa Presidencialista, formada pela União, estados e municípios, em que o exercício do poder é atribuído a órgãos distintos e independentes, submetidos a um sistema de controle para garantir o cumprimento das leis e da Constituição.
O Brasil é uma República porque o Chefe de estado é eleito pelo povo, por período de tempo determinado. É Presidencialista porque o presidente da República é Chefe de Estado e também Chefe de governo. É Federativa porque os estados têm autonomia política.
A União está divida em três poderes, independentes e harmônicos entre si. São eles o Legislativo, que elabora leis; o Executivo, que atua na execução de programas ou prestação de serviço público; e o Poder Judiciário, que soluciona conflitos entre cidadãos, entidades e o estado.
O Brasil tem um sistema pluripartidário, ou seja, admite a formação legal de vários partidos. O partido político é uma associação voluntária de pessoas que compartilham os mesmos ideais, interesses, objetivos e doutrinas políticas, que tem como objetivo influenciar e fazer parte do poder político.

Governo federal é formado por ministérios, secretarias e órgãos especiais

No Brasil, a formulação, a implantação e o acompanhamento das políticas públicas de nível federal estão a cargo dos ministérios, secretarias especiais, autarquias, agências reguladoras e conselhos. O presidente da República pode, por meio de lei especial, criar, modificar a estrutura e extinguir ministérios, secretarias e órgãos da administração pública.

Responda:

1. Sob o ponto de vista individual, a corrupção pode ser vista como uma escolha racional, baseada em uma ponderação dos custos e dos benefícios dos comportamentos honesto e corrupto. No tocante às empresas, punir apenas as pessoas, ignorando as entidades, implica adotar, nesse âmbito, a teoria da maçã podre, como se a corrupção fosse um vício dos indivíduos que as praticaram no seio empresarial. O que constatamos é bem diferente disso. A corrupção era, para as empresas envolvidas na operação Lava Jato, um modelo de negócio que majorava o lucro em benefício de todos.
(Entrevista com Deltan Martinazzo Dallagnol [procurador público].O Estado de S.Paulo, 18.03.2015. Adaptado)
A corrupção é abordada no texto como um problema que pode ser explicado sob um ponto de vista

a) ético, devido ao comportamento irracionalista que é assumido pelos indivíduos.   
b) moral, pois o fenômeno é abordado como resultado de comportamentos desregrados.   
c) pragmático, pois é considerada, sobretudo, a avaliação dos efeitos práticos das ações.   
d) jurídico, pois é necessária uma legislação mais rigorosa para coibir o fenômeno   
e) materialista, pois suas causas relacionam-se com a estrutura do sistema capitalista.   


2. Visualize com atenção a imagem do chargista Latuff, e analise as proposições.
I. A igualdade de forças entre os dois personagens da imagem está bem demarcada pela enxada na mão da mulher e a arma de fogo apontada pelo jagunço.
II. A presença da balança na mão do atirador representa de que lado a justiça pende diante dos confrontos entre latifundiários e movimentos sociais de luta pela terra.
III. A presença feminina, na charge, faz jus à histórica participação das mulheres nos movimentos sociais de ocupação pela terra.
IV. A justiça está representada com uma venda no olho, indicando sua imparcialidade diante dos problemas de disputas de terra no Brasil; ela atua sempre do lado da legalidade, nesse caso, a favor da concentração de riqueza e de propriedade nas mãos de uns poucos.
V. O chapéu representando o latifúndio simboliza os movimentos sociais que incluíram a questão da terra como pauta de luta.

Assinale a alternativa correta.

a) Somente as afirmativas II e III são verdadeiras.   
b) Todas as afirmativas são verdadeiras.   
c) Somente as afirmativas I e IV são verdadeiras.   
d) Somente as afirmativas II, III e V são verdadeiras.   
e) Somente as afirmativas I, II e V são verdadeiras.   

3. “O Brasil tem uma trajetória singular no enfrentamento do legado de violações de direitos humanos nos governos militares entre 1964 e 1985. Apenas agora, 27 anos após o retorno do poder aos civis, está sendo criada a Comissão Nacional da Verdade, que nos próximos dois anos colherá depoimentos de vítimas da repressão política e de agentes do Estado acusados de crimes e, ao cabo do trabalho, publicará um relatório narrando oficialmente as circunstâncias das violações e propondo ações para que não voltem a acontecer. A experiência brasileira é singular sob duas perspectivas. De um lado, trata-se da mais tardia das comissões criadas por cerca de 40 países nas últimas décadas para apurar crimes praticados durante ditaduras. De outro, o Brasil é um exemplo incomum de país que tomou diversas iniciativas para reparar crimes, como as indenizações a famílias de mortos pela ditadura e a perseguição dos políticos, mas deixou a apuração dos fatos para mais tarde” 
(MARQUES, F. O parto da memória. Pesquisa Fapesp, n.º 196, junho de 2012, p. 67). 

A partir do texto citado e dos conhecimentos sobre o assunto, assinale o que for correto. 

01) A Comissão da Verdade foi estabelecida sobre o princípio de que a memória sobre o período da Ditadura Militar (1964-1984) deve ser revisitada para o esclarecimento de muitos conflitos sociais, ideológicos e políticos relacionados ao nosso passado recente. 
02) O Brasil foi o único país no mundo a constituir uma comissão para avaliar crimes cometidos durante um período de ditadura. 
04) A Comissão da Verdade é uma iniciativa do Estado brasileiro, pautada em demandas civis e políticas de setores da população, partidos e movimentos organizados. 
08) Sempre que uma ditadura é derrubada, o novo governo adota medidas para apurar os crimes cometidos durante aquele período. 
16) O julgamento dos nazistas no Tribunal de Nüremberg, a Comissão da Verdade, a Reconciliação da África do Sul e a investigação dos crimes cometidos durante o governo do presidente Augusto Pinochet no Chile, apesar de distintos da iniciativa brasileira, são expressões dos esforços de setores da sociedade, do Estado e de organismos internacionais em favor do aprimoramento dos elos sociais e das instituições democráticas.

4. Observe a charge.

A charge remete à prática política recorrente no Brasil, a qual vem sendo combatida pelo Supremo Tribunal Federal.

A prática central assinalada na charge é definida como: 
a) Clientelismo, uma vez que remete ao voto de cabresto do candidato em relação ao eleitor. 
b) Fisiologismo, isto é, a mudança de partido realizada pelo candidato, a cada eleição. 
c) Populismo, resultante da presença, na cena pública, de líder carismático e conservador. 
d) Nepotismo, por tratar do uso da máquina pública para empregar parentes. 
e) Solidarismo, por reforçar a necessidade de todos se ajudarem em defesa da cidadania plena.

5. O psicólogo Drew Westen mostrou que, na política, emoções falam mais alto que a lógica. Ele monitorou os cérebros de militantes partidários enquanto viam seus candidatos favoritos caindo em contradição. Como previsto, eles não tiveram dificuldade para perceber a incongruência do “inimigo”, mas foram bem menos críticos em relação ao “aliado”. Segundo Westen, quando confrontados com informações ameaçadoras às nossas convicções políticas, redes de neurônios associadas ao estresse são ativadas. O cérebro percebe o conflito e tenta desligar a emoção negativa. Circuitos encarregados de regular emoções recrutam, então, crenças capazes de eliminar o estresse. A contradição é apenas fracamente percebida.
(Hélio Schwartsman. Folha de S.Paulo, 07.02.2012.)

A tese exposta no texto expõe uma dificuldade em compreender a contradição entre convicções pessoais e fatos objetivos. De acordo com o texto, essa contradição está relacionada 

a) à capacidade da razão de prevalecer sobre interferências de natureza emocional. 
b) às fortes tendências de manipulação do noticiário político pelos meios de comunicação. 
c) a estados patológicos que dificultam a tarefa de compreensão racional da realidade. 
d) a mecanismos neurológicos de proteção contra ideias e emoções ameaçadoras. 
e) à defasagem entre valores éticos e interesses pessoais no campo político e partidário. 

6. Em 2006, o IBOPE divulgou uma pesquisa acerca da opinião do eleitor brasileiro sobre corrupção e ética, com o objetivo de tentar entender se os problemas éticos enfrentados pela sociedade brasileira estão concentrados nos “políticos” ou se há uma cultura na sociedade que avaliza a corrupção. Foram apresentados aos pesquisados 13 atos de corrupção, incluindo: dar uma “gorjeta” para se livrar de uma multa, sonegar impostos, receber benefícios do governo sabendo que não tem direito a eles, adquirir documentos falsos para obter algum tipo de vantagem, pedir mais de um recibo por um mesmo procedimento médico para obter mais reembolso do plano de saúde, comprar produtos que copiam os originais de marcas famosas, sabendo que são piratas ou falsificados, fazer ligação clandestina ou “gato” de TV a cabo do vizinho, entre outros. Os resultados mostraram que 69% dos eleitores brasileiros já transgrediram alguma lei ou descumpriram alguma regra contratual de forma consciente e intencional, para adquirir ganhos materiais, sendo que 75% afirmaram que cometeriam algum dos 13 atos de corrupção avaliados pelo estudo se tivessem oportunidade. 
Fonte: http://reinehr.org/sociedade/saude-dasociedade/corrupcao-na-politica-eleitor-vitima-ou-cumplice

Indique a alternativa que está amparada no texto acima. 

a) São as oportunidades proporcionadas pelos cargos públicos que levam o político a se corromper. 
b) Os políticos são os responsáveis pela corrupção ao estimular a sonegação de impostos. 
c) A concordância de muitos cidadãos com atos de corrupção dificulta o combate à corrupção política. 
d) As pessoas corruptas já nascem corruptas. 
e) Os políticos corruptos já nascem corruptos. 

Prof. MAURÍCIO - Sociologia - 2ºANO Ensino Médio A, B e C - Março 2017

Olá alunos dos 2ºs A, B e C segue resumo e atividades de sociologia.


COLÉGIO PASCHOAL DANTAS

PROF. MAURÍCIO – SOCIOLOGIA           2º ANO ENSINO MÉDIO             1º BIMESTRE            2017

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Entenda como funciona a estrutura do Estado brasileiro.

O Brasil é uma República Federativa Presidencialista, formada pela União, estados e municípios, em que o exercício do poder é atribuído a órgãos distintos e independentes, submetidos a um sistema de controle para garantir o cumprimento das leis e da Constituição.
O Brasil é uma República porque o Chefe de estado é eleito pelo povo, por período de tempo determinado. É Presidencialista porque o presidente da República é Chefe de Estado e também Chefe de governo. É Federativa porque os estados têm autonomia política.
A União está divida em três poderes, independentes e harmônicos entre si. São eles o Legislativo, que elabora leis; o Executivo, que atua na execução de programas ou prestação de serviço público; e o Poder Judiciário, que soluciona conflitos entre cidadãos, entidades e o estado.
O Brasil tem um sistema pluripartidário, ou seja, admite a formação legal de vários partidos. O partido político é uma associação voluntária de pessoas que compartilham os mesmos ideais, interesses, objetivos e doutrinas políticas, que tem como objetivo influenciar e fazer parte do poder político.

Governo federal é formado por ministérios, secretarias e órgãos especiais

No Brasil, a formulação, a implantação e o acompanhamento das políticas públicas de nível federal estão a cargo dos ministérios, secretarias especiais, autarquias, agências reguladoras e conselhos. O presidente da República pode, por meio de lei especial, criar, modificar a estrutura e extinguir ministérios, secretarias e órgãos da administração pública.

Ministérios
Os ministérios integram a cúpula administrativa. São diretamente subordinados ao presidente da República, auxiliando no exercício do Poder Executivo.  Possuem autonomia técnica, financeira e administrativa para executar as ações nas suas áreas de competência.
Também cabe a eles estabelecer estratégias, diretrizes e prioridades na aplicação de recursos públicos, bem como criar normas, acompanhar e avaliar programas federais.
O Ministério da Justiça foi o primeiro a ser criado no Brasil. Sua origem remonta à Secretaria de Estado de Negócios da Justiça, instituída pelo príncipe regente D. Pedro em julho de 1822.
Os titulares das pastas são escolhidos pelo presidente da República. Apenas a chefia do Ministério de Estado da Defesa é privativo de brasileiros natos. Os ministros devem ter mais de 21 anos e gozar de direitos políticos.  Eles são responsáveis pela coordenação e supervisão dos órgãos e entidades da administração federal na sua área de competência.

Secretarias
Em áreas estratégicas, como Segurança Institucional e Direitos Humanos, o governo possui secretarias especiais, diretamente subordinadas à presidência da República.
A Secretaria-Geral tem a função de assessorar o governo federal e o presidente da República no relacionamento e na articulação com movimentos sociais, entidades patronais e de trabalhadores com a finalidade de criar e manter canais de consulta e participação popular na definição da agenda de prioridades do País. Para cumprir esse papel, a Secretaria-Geral conta com uma estrutura formada pelas demais secretarias, cada uma responsável pela interlocução nas áreas em que atuam.
A atuação das secretarias no âmbito do governo federal está relacionada a um princípio consagrado pela Constituição de 1988: o da participação social como forma de afirmação da democracia. Ao construírem espaços capazes de incorporar as pautas e os interesses dos mais diversos setores da sociedade na elaboração das políticas públicas, as secretarias  estimulam o compartilhamento das responsabilidades entre Estado e sociedade.
Os secretários têm status de ministro e são escolhidos pelo presidente da República.
Conselhos
Um dos efeitos do reconhecimento dos direitos sociais, no âmbito da Constituição de 1988, foi o fortalecimento dos conselhos de gestão de políticas públicas. Cabe a eles propor diretrizes, tomar decisões relacionadas às políticas ou cuidar da gestão de programas.
Dependendo da área e da finalidade, os conselhos contam com a participação de representantes de diversos segmentos vinculados a uma área, além de integrantes da administração pública (ministérios e órgãos de governo). Por exemplo, o Conselho Nacional de Defesa Civil (Condec) é presidido pelo secretário nacional de Defesa Civil e contam com participação de representantes de vários ministério e órgãos, designados pelo Ministro da Integração Nacional.
O Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama), por sua vez, é composto por representantes de entidades de trabalhadores e da sociedade civil, entidades empresariais e dos governos federal, estadual e municipal.
Agências reguladoras
Foram criadas nos anos 90 com a finalidade de fiscalizar a prestação de serviços públicos praticada pela iniciativa privada. Funcionam tanto como órgãos direta ou indiretamente ligados à administração.
Elas são dirigidas em regime de colegiado, por um conselho diretor ou diretoria composta por conselheiros ou diretores, sendo que um deles é nomeado pelo presidente da República para ser o diretor ou presidente.
Os integrantes da direção das agências são escolhidos pelo presidente da República. Antes de serem nomeadas, as pessoas indicadas devem ser aprovadas pelo Senado Federal.
Veja a seguir os ministérios, as secretarias e os conselhos existentes no Brasil.
Ministérios
Secretarias
Estas são as secretarias da Presidência da República:
Conselhos

Entenda o funcionamento da estrutura do Estado brasileiro

O Poder Executivo Federal atua para colocar programas de governo em prática ou na prestação de serviço público. É formado por órgãos de administração direta, como os ministérios, e indireta, como as empresas públicas e demais autarquias.
O Executivo age junto ao Poder Legislativo, participando da elaboração das leis e sancionando ou vetando projetos. Em caso de relevância e urgência, adota medidas provisórias e propõe emendas à Constituição, projetos de leis complementares e ordinárias e leis delegadas.
O chefe máximo do Executivo é o Presidente da República, que também é o chefe de Estado e de Governo, já que o Brasil adota o regime presidencialista. O Presidente exerce, ainda, o comando supremo das Forças Armadas e tem o dever de sustentar a integridade e a independência do Brasil, entre outras atribuições.
O Vice-Presidente da República deve substituir o Presidente, no caso de impedimento ou nos casos em que o cargo se torne vago, e auxiliá-lo sempre que por ele convocado para missões especiais. Os ministros auxiliam o Presidente na direção superior da administração federal, praticando os atos pertinentes às atribuições que lhe forem outorgadas ou delegadas.
No Executivo Estadual, o chefe supremo é o governador do estado, que tem sob seu comando secretários e auxiliares diretos. Cabe a ele representar a Unidade Federativa junto ao Estado brasileiro e aos demais estados, coordenar as relações jurídicas, políticas e administrativas e defender sua autonomia.
Já o Poder Executivo Municipal tem como chefe o prefeito, escolhido entre maiores de 18 anos para exercer um mandato de quatro anos, por meio de eleições diretas e simultâneas. Ele tem atribuições políticas e administrativas que se consolidam em atos de governo e se expressam no planejamento das atividades, obras e serviços municipais.
Cabe ao prefeito, ainda, apresentar, sancionar, promulgar e vetar proposições e projetos de lei. Anualmente, o Executivo Municipal elabora a proposta orçamentária, que é submetida à Câmara dos Vereadores.
Os municípios gozam de autonomia de acordo com a Constituição Federal e as constituições estaduais. Cada município é regido por uma Lei Orgânica, aprovada por dois terços dos membros da Câmara Municipal.


RESPONDA:
1-Dê sua opinião sobre a quantidade de ministérios, secretarias e conselhos existente em nosso governo.
Será que todos esses órgãos federais atuam de maneira eficaz em nosso país?
2-Relate uma situação que chamou a sua atenção relacionada a algum desses órgãos.
3-Como deveria ser a administração do país, visto que da forma que está, nós Brasileiros não enxergamos uma perspectiva de melhora?
4-Quanto mais Lava Jato mais imprevisibilidade, mais problemas? Explique.
5- Sob o ponto de vista individual, a corrupção pode ser vista como uma escolha racional, baseada em uma ponderação dos custos e dos benefícios dos comportamentos honesto e corrupto. No tocante às empresas, punir apenas as pessoas, ignorando as entidades, implica adotar, nesse âmbito, a teoria da maçã podre, como se a corrupção fosse um vício dos indivíduos que as praticaram no seio empresarial. O que constatamos é bem diferente disso. A corrupção era, para as empresas envolvidas na operação Lava Jato, um modelo de negócio que majorava o lucro em benefício de todos.
(Entrevista com Deltan Martinazzo Dallagnol [procurador público]. O Estado de S.Paulo, 18.03.2015).
  
A corrupção é abordada no texto como um problema que pode ser explicado sob um ponto de vista

a) ético, devido ao comportamento irracionalista que é assumido pelos indivíduos.   
b) moral, pois o fenômeno é abordado como resultado de comportamentos desregrados.   
c) pragmático, pois é considerada, sobretudo, a avaliação dos efeitos práticos das ações.   
d) jurídico, pois é necessária uma legislação mais rigorosa para coibir o fenômeno   
e) materialista, pois suas causas relacionam-se com a estrutura do sistema capitalista.   



Prof. MAURÍCIO - Sociologia - 1ºANO Ensino Médio A e B - Março 2017


Olá alunos dos 1ºs A e B segue resumo e atividades de sociologia.


COLÉGIO PASCHOAL DANTAS

PROF. MAURÍCIO – SOCIOLOGIA       1º ANO ENSINO MÉDIO              1º BIMESTRE              2017

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CULTURA E DIVERSIDADE CULTURAL

Conceito de cultura: Segundo o sociólogo inglês Raymond Williams, a palavra cultura vem do latim – colere – e definia inicialmente o cultivo das plantas, o cuidado com os animais e também com a terra (por isso, agricultura);
Definia, ainda, o cuidado com as crianças e sua educação; o cuidado com os deuses (seu culto); o cuidado com os ancestrais e seus monumentos (sua memória);
Chegaríamos ao sentido mais comum do termo em nossa sociedade: o homem que tem cultura é o homem “culto”. Mas, se pensássemos em cultura apenas nesse sentido, teríamos que perguntar: só quem lê muito, quem passou um longo tempo na escola é que tem cultura? E o bóia-fria, o operário, o comerciante, estes não têm cultura?
Numa outra perspectiva, poderíamos responder que cultura é cinema, pintura, teatro, as manifestações artísticas em geral. Nesse caso, só os artistas é que teriam cultura? Mas e as festas populares, as crenças, as chamadas tradições, seriam o quê?
A maneira de agir, pensar e sentir de um grupo de pessoas ou classe social seria ou não cultura? O “modo de ser” dos brasileiros tem algo a ver com “cultura”, com “cultura brasileira”?
Antes de tentar responder a essas perguntas, devemos partir, especificamente, da compreensão do próprio conceito. Pensar em cultura requer que se pense, inicialmente, em sua relação com outros dois conceitos fundamentais: o de civilização e o de história. Foi na Europa, a partir do século XVIII, que o conceito de cultura passou a ser associado ao conceito de civilização. Os pensadores do período, preocupados em estudar o homem e a sociedade, pensavam a relação entre o conceito de cultura e de civilização de maneiras diversas, como aponta a filósofa brasileira Marilena Chauí.
Jean-Jacques Rousseau (1712-1778): cultura seria definida como bondade natural, solidariedade espontânea. A essa ideia positiva de cultura, Rousseau opunha a ideia negativa de civilização. O conceito de civilização era pensado como aprisionamento da bondade humana natural, por meio de regras e convenções artificiais e exteriores ao homem;
Voltaire (1694-1778) e Kant (1724-1808): cultura e civilização representavam, ambas, o processo de aperfeiçoamento moral e racional da sociedade.
Hegel (1770-1831): Compreendida em sua relação com a história, a cultura é definida como o conjunto organizado dos vários modos de vida de uma sociedade. Segundo o filósofo alemão, a cultura resultaria da forma de ser dos homens (“Espírito Mundial”). Assim, a concepção de cultura estaria relacionada com as formas como os homens vão compreendendo, representando e se relacionando com os vários elementos componentes de sua existência: o trabalho, a religião, a linguagem, as ciências, as artes e a política.
Os estudos antropológicos: A antropologia, como ciência, desenvolveu-se principalmente a partir do século XVIII com a expansão colonial européia. Novos territórios vinham sendo descobertos e ocupados pelas potências européias (principalmente a Inglaterra) e novos povos (considerados primitivos, quando comparados com a sociedade ocidental) eram contatados. Era preciso conhecer seus hábitos, costumes e valores, principalmente para melhor domina-los. A antropologia surgiu, como se pode deduzir, como conseqüência da política imperialista e com o intuito de auxiliá-la. Ao longo do tempo, porém, a atuação dos antropólogos desenvolveu-se de maneira mais independente e num sentido muitas vezes oposto ao que deles se exigia.
Nas últimas décadas, o estudo do “outro” (outros povos, suas crenças e costumes) passa a se desenvolver no sentido político de mostrar que diferenças culturais não significam inferioridade nem justificam a dominação. Por essa razão, a antropologia ajudou a desqualificar o etnocentrismo (isto é, a tendência a valorizar a própria cultura, tomando-a como parâmetro para avaliar as demais) e a admitir o relativismo cultural. Para ela, cada sociedade possui o direito de se desenvolver de modo autônomo, não existindo uma teoria sobre a humanidade que possua alcance universal, e que seja capaz de impor-se a outras, com base em qualquer tipo de superioridade.

TRIBOS URBANAS

As Tribos Urbanas chamadas pelos sociólogos de “subculturas” ou “subsociedades” são grupos formados nas cidades, mais comumente nas metrópoles, os quais compartilham hábitos, valores culturais, estilos musicais e/ou ideologias políticas semelhantes.
A expressão “tribo urbana” foi criada pelo sociólogo francês Michel Maffesoli, em 1985.
No geral, esse fenômeno surge da necessidade dos jovens de se agruparem, pertencerem a um grupo e criarem uma identidade. Assim, conclui-se que as tribos urbanas caracterizam um fenômeno juvenil dos grandes centros, as quais se multiplicaram nas últimas décadas.
Dessa forma, cada grupo possui uma estrutura interna própria, desenvolvendo sua “subcultura social urbana” desde hábitos, condutas, pensamentos, filosofia, vocabulário, preferências musicais, políticas, religiosas, maneira de se vestir, dentre outros.

ALGUMAS TRIBOS URBANAS E SUAS CARACTERÍSTICAS

Muitas tribos urbanas surgiram dos movimentos de contracultura, por exemplo, os hippies e os punks. Cada vez mais o número de tribos urbanas se multiplica nos grandes centros urbanos, enfatizando, com isso, a diversidade cultural existente, desse os gostos musicais, preferências artísticas, políticas, da moda, de forma que tais grupos compõem um modelo de sociedade distinta, donde, na maioria dos casos, contrapondo-se à política e economia vigentes.


Surfistas

Movimento originado nos Estados Unidos, na década de 50, uma vez que o esporte se popularizou em vários lugares do país, principalmente na Califórnia. Os surfistas (surfers) possuem a natureza como filosofia de vida, desde o mar, as ondas e as energias. Possuem um estilo próprio de indumentária, com roupas leves, desde bermudas, saias, e roupas apropriadas para a prática desportiva.

Punks

Esse grupo surge em meados da década de 70, na Inglaterra, nos Estados Unidos e na Austrália, inspirados nas ideias anarquistas e niilistas propondo, assim, a liberdade individual. Possuem um estilo próprio, com preferências musicais, ideologias e rejeitam os ditames da moda, por isso, suas vestimentas são calças rasgadas, normalmente justas, coturnos, jaquetas de couro, além de acessórios como, anéis, pins, correntes e um penteado radical (moicanos).

Góticos

Os góticos são um grupo originado na década de 70, nos Estados Unidos e na Europa, e sua ideologia é o “luto pela sociedade”. Dessa maneira, a moda gótica é marcada pelo uso de cores frias, comportamento introspectivo e depressivo. Os góticos cultuam as sombras, costumam frequentar cemitérios e apreciarem poesias românticas.

Skinheads

O movimento skinhead (em inglês, “cabeça raspada”) teve sua origem na Inglaterra, na década de 60, num movimento dos jovens proletários que se uniam para ouvir estilos musicais como o soul, o ska e o reggae. No tocante ao estilo, os skinheads usam a cabeça rapada, suspensórios, blusas com remendos, calças jeans dobradas e coturnos. Atualmente, o movimento skinhead possui um caráter ultranacionalista e conservador, mediado por atitudes xenófobas, racistas e homofóbicas.

A CELEBRAÇÃO DA DIVERSIDADE CULTURAL: TOLERÂNCIA OU INTOLERÂNCIA?

Apresentação, objetivos e alcances

Uma das questões mais debatidas hoje no mundo é o respeito às diferenças culturais e à diversidade cultural, como expressão de grupos que querem afirmar os seus modos de vida, as suas especificidades culturais e o direito a poder exibir em público as marcas das suas diferenças.
É um tema que fala de tolerância, embora nos alerte para as possibilidades da intolerância quando essas diferenças entram em disputa por mais direitos e maior visibilidade.
É um tema controverso e suas expressões podem ser motivo de celebração quando as diferenças convivem harmonicamente, ou podem ser bastante perversas quando se transformam em objeto de preconceitos, de guerras e de genocídios, a exemplo de conflitos étnicos no continente africano, de tensões raciais nos Estados Unidos e na África do Sul, de tensões religiosas, a exemplo dos fundamentalistas em países do ocidente.
O choque entre culturas e civilizações e a politização do tema do direito à diferença, além de serem fenômenos bastante atuais, convidam ao olhar sociológico.

Pergunta-se, então:
1- Como a diversidade cultural é vista no Brasil? A diversidade cultural é cultivada no Brasil?
2- Há culturas diferenciadas no Brasil? Como elas se manifestam?
3- A miscigenação no Brasil dilui as diferenças sociais ou as afirmou?
4- Como os grupos urbanos se diferenciam? Quais são as suas marcas de diferenciação?
5- Você faz fazem parte de algum dos chamados grupos urbanos. Explique.


terça-feira, 14 de março de 2017

PROF. MAURÍCIO - GEOGRAFIA 9º Ano Fund II - Março 2017

Olá alunos dos 9ºA, segue questionário sobre o filme:  O Patriota.
Segue também uma tabela para ser impressa, preenchida e entregue nas datas combinada explicado em sala de aula.
Relatório Dia: 30.03.2017
Tabela Dia: 23.03.2017


Relatório do Filme O Patriota


1- Quando e onde se passa o filme?

2- Por que o filme se chama O Patriota?

3- Quem é o personagem principal do filme? Em qual guerra ele havia lutado?

4- Em qual região das treze colônias se localiza a fazenda do personagem principal?
Caracterize-a utilizando elementos do filme.

5- No início do filme, o personagem principal é convocado para participar de um Assembleia. Qual foi o assunto discutido nessa Assembleia? De que forma essa discussão de relaciona com guerra de independência? O que ficou decidido na Assembleia? Qual foi a posição do personagem principal?

6- Por que o personagem principal decide entrar na guerra pela independência?

7- Como os oficiais ingleses tratavam os colonos americanos?

8- Qual foi a tática de guerra utilizada pelos colonos americanos para derrotar a Inglaterra? Descreva-a utilizando partes do filme.

9- Qual era o posicionamento dos colonos em relação a escravidão durante a guerra pela independência?

10- Qual país aparece no final do filme para ajudar os colonos? Por quê?





Tabela sobre o Continente Americano



terça-feira, 7 de março de 2017